Olha eu aqui de novo. Droga. Estou mega ocupada e mega perdida com meu relatório, não consigo falar com minha professora e sem querer, me vejo aqui, com o blog aberto, absolutamente transtornada precisando escrever. Já que não tem com quem falar e nem sei se posso ou devo falar das minhas anormalidades. Uma coisa eu sei: vou tomar MUITO cuidado com as coisas que desejo. Elas acontecem.Não sei, mas o Universo conspira a favor se o desejo é muito forte e verdadeiro. E foi o que aconteceu. Quando dei por mim, já estava lá.Não, eu estava consciente dos meus atos (até certo ponto).Pensei, repensei, tripensei.
Neguei na hora, respeitando os meus limites e como eu poderia me sentir depois.
Mas eram duas forças agindo simultaneamente: meu instinto e meu intelecto.
O instinto gritava, chegava a doer, estalar, latejar, necessitando ser atendido.
(Alguém já sentiu tanta vontade a ponto de doer e querer chorar? Pois é.)
O intelecto, em determinado momento, dissipou-se esquecendo da hora, do sofrimento, da tristeza. Que se foda tudo. Não era assim que eu pensava?
E de acordo com a sinfonia da natureza, aconteceu e foi maravilhoso.MARAVILHOSO!!!!
Maravilhoso, emocionante, do jeito que sempre foi.
Quase tive uma convulsão, um ataque epilético.
(Se todos os ataques epiléticos fosse por esse motivo...aiiii...)
Engraçado como a gente perde a noção... é uma sensação tão potente, deve enlouquecer o sistema nervoso e o organismo inteiro.
Se eu me senti culpada? Sim. E não. Não queria me culpar por sentir coisas que são inerentes ao ser humano e não acho que estou prejudicando ninguém, não me sinto prejudicando ninguém a não ser a mim mesma. E comigo mesma eu me resolvo. E com a Providência Divina, claro.
Percebi que muito mais do que paixão, era essa vontade natural que nos unia, apesar de todas as faltas de afinidades.
Senti que eu estar lá era parte de um plano maléfico.Sabia disso. Tudo foi premeditado, tenho certeza. Mas não me revoltei por que também era parte dos meus planos maléficos e dos meus loucos desejos lançados ao vento.
Se eu me senti culpada? Sim. E não. Não queria me culpar por sentir coisas que são inerentes ao ser humano e não acho que estou prejudicando ninguém, não me sinto prejudicando ninguém a não ser a mim mesma. E comigo mesma eu me resolvo. E com a Providência Divina, claro.
Percebi que muito mais do que paixão, era essa vontade natural que nos unia, apesar de todas as faltas de afinidades.
Senti que eu estar lá era parte de um plano maléfico.Sabia disso. Tudo foi premeditado, tenho certeza. Mas não me revoltei por que também era parte dos meus planos maléficos e dos meus loucos desejos lançados ao vento.
PS: Frase da noite: "Prefiro acordar arrependido a ter que ir dormir com vontade.
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