
Então, vamos ao post que me mantém acordada às 4:05 h da manhã. Esse domingo foi broxante, com relação ao meu lado emocionalmente vulnerável. Acordei feliz e contente, sabendo que mais um encontro nos aguardaria. Primeira ligação do dia: estava doente, gripado, fazendo manha e decidindo se sairia ou não... e eu, claro, superpreocupada.Segunda ligação do dia: Já estava um pouco melhor, mas preferia não sair... tom de voz amigável, conversamos, tudo bem. Não iria querer que ele se arrastasse pelo Anima Mundi, não é?... mas fiquei tentada: queria vê-lo, do mesmo jeito. Mesmo ele estando fanho e com cara amassada. Mesmo eu podendo contrariar gripe suína (hahaha, brincadeira), mandei uma mensagem assim: "Quer que eu vá aí? Aluguei dvd, podemos assistir. Mas vc faz a pipoca.rs Bjos."Resposta: "Vou descansar hoje. Quando melhorar a gente se vê, ok? Desculpe pelo furo. Bjos." Nem acreditei, li várias vezes pq não podia ser verdade. Ele me deu a maior dispensa. Tudo bem, ele tava doente, podia não estar com muito saco... mas pôxa! Quem é quem não quer um cafuné? Quem é que não quer ser cuidado. Ele, claro. Uma pessoa que não consegue cuidar e muito menos, se deixar cuidar. Extremamente insensível. Fiquei muito triste, chateada. Refleti de novo sobre esse caso e me vi exatamente na mesma cena do fim do nosso namoro: eu, esperando por algum sinal, alguma manifestação da parte dele e nada. Sempre sozinha. E aí veio toda uma sensação de solidão, de que ninguém se importa com você... queria ter saido do mesmo jeito e não tinha com quem ir. Não sei mais sair sozinha. Tantas coisas pra fazer e eu em casa. Pois é. Preciso aproveitar os ares de reforma e reformar meu coração. Jogar fora o que não serve mais, reciclar o que ainda pode ser aproveitado... pena que o que ele me mostra é que ele não vai entrar na minha coleta seletiva.
Cansei de ser legal com ele, de verdade, cansei. Vou dar o gelo que ele merece.
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